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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Inadimplência das Famílias Sobe e Bate Recorde em Julho, diz Banco Central

Inadimplência das Famílias Sobe e Bate Recorde em Julho, diz Banco Central

A inadimplência das famílias brasileiras subiu e bateu novo recorde em julho, segundo dados do Banco Central. O crédito consignado privado superou 10% de inadimplência, atingindo patamar histórico.

Discurso de Warsh em Jackson Hole Vem Duro, Pressiona Dólar e Muda Apostas para Juros

Discurso de Warsh em Jackson Hole Vem Duro, Pressiona Dólar e Muda Apostas para Juros

O presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, fez um discurso duro em Jackson Hole que pressionou o dólar e mudou as apostas para a decisão de juros. O mercado acompanhou atentamente suas palavras sobre inflação.

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Gastos obrigatórios terão travas com impacto de R$ 10 bi diz Durigan

Gastos obrigatórios terão "travas" com impacto de R$ 10 bi, diz Durigan

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário de Economia, André Durigan, anunciaram que os gastos obrigatórios terão "travas" com impacto de R$ 10 bilhões em 2027. A medida visa reduzir a pressão sobre as despesas do governo.

Durigan admitiu que o ajuste fiscal rigoroso é necessário para reduzir juros. O governo busca equilibrar as contas públicas e manter a credibilidade internacional.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Desenrola Adimplentes começa nesta segunda; veja regras e quem pode participar

Desenrola Adimplentes começa nesta segunda; veja regras e quem pode participar

O programa "Desenrola Adimplentes" começou nesta segunda-feira (10/08/2026) com juros de 1,99% ao mês para renegociação de dívidas. O Ministério da Fazenda disse que o Novo Desenrola Brasil deve ser analisado até o final de agosto.

sábado, 8 de agosto de 2026

Selic a 14% muda prestação do cartão, dinheiro guardado e investimentos brasileiros

Banco Central mantém taxa básica de juros em patamar elevado para controlar inflação

A Selic permaneceu a 14%, o que impacta diretamente as prestações dos cartões de crédito, financiamentos e o rendimento do dinheiro guardado. O Banco Central busca manter a inflação controlada através dessa política monetária.

Custos de credibilidade do BC não compensam possíveis ganhos decororrentes da redução da Selic. A atividade mais fraca pode abrir espaço para Selic cair a 13,25%, segundo o Bradesco.

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Ibovespa cai com reação ao Copom, Durigan e balanços de empresas

Ibovespa Futuro cai mais de 1% após decisão do Copom e balanços no radar

O Ibovespa caiu nesta quinta-feira (06/08/2026) com reação ao Copom, Durigan e balanços de empresas. A queda foi de mais de 1%, mesmo com o corte de juros pelo Copom, segundo a InfoMoney.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Ibovespa sobe durante pregão mas fecha no zero por 3º dia consecutivo

Pelo 3º dia, Ibovespa sobe durante o pregão, mas fecha no zero: o que trava o índice?

O Ibovespa subiu durante o pregão por três dias consecutivos, mas fechou no zero. O mercado aguarda decisão do Copom e negociações entre EUA e Irã concentram as atenções dos investidores.

BC corta Selic pela quarta vez e juros recuam a 14% ao ano

BC corta Selic pela quarta vez e juros recuam a 14% ao ano

O Banco Central do Brasil decidiu cortar a taxa básica de juros (Selic) em mais 0,25 ponto percentual, levando-a para 14% ao ano. Esta é a quarta redução consecutiva do Copom neste ciclo, sinalizando uma mudança na política monetária que busca equilibrar o crescimento econômico com o controle da inflação.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Expectativa para Selic cai no fim de 2026 segundo Boletim Focus

Boletim Focus: Cai expectativa para Selic no fim de 2026

O Boletim Focus do Banco Central mostrou que a expectativa para a taxa Selic no final de 2026 caiu. O novo horizonte do Copom melhora o cenário, mas a inflação segue como desafio principal para os próximos meses.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Dívida bruta do Brasil atinge 81,9% do PIB em junho, diz Banco Central

Dívida pública brasileira chega a R$ 10,8 trilhões e sobe mais que o esperado

O Banco Central divulgou nesta sexta-feira que a dívida bruta do Brasil atingiu 81,9% do PIB em junho, superando as expectativas dos analistas de mercado. O valor total da dívida pública chegou a R$ 10,8 trilhões, um aumento significativo em relação ao mês anterior.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Contas do governo têm déficit de R$ 48,2 bilhões em junho

As contas públicas brasileiras registraram déficit de R$ 48,2 bilhões em junho de 2026, segundo dados oficiais. O rombo no primeiro semestre foi de R$ 92,98 bilhões, o que representa um dos piores resultados da série histórica.

O Tesouro (inclui BC) teve superávit primário de R$ 2,296 bilhões em junho de 2026, mas o governo central registrou déficit primário de R$ 48 bi no mês. O semestre registra pior saldo desde 2020, segundo informações do Ministério da Fazenda.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Fed mantém juros nos EUA entre 3,5% e 3,75%; 3 membros votaram por aumento

Fed mantém juros nos EUA entre 3,5% e 3,75%; 3 membros votaram por aumento

O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos manteve os juros entre 3,5% e 3,75% nesta quarta-feira (29/07/2026), com três membros do conselho tendo votado a favor de um aumento. A CNN Brasil relatou que essa foi uma decisão dividida do banco central americano.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Juros altos nem sempre beneficiam o mercado, diz presidente do BC Galípolo

Ideia de que juros altos sempre beneficiam o mercado não se comprova, diz Galípolo

O Valor Econômico reportou nesta sexta-feira (24/07/2026) que a ideia de que juros altos sempre beneficiam o mercado não se comprova, segundo o presidente do Banco Central, Galípolo. A declaração foi feita durante reunião do Copom, que avaliou diferentes planos de voo para deixar inflação mais perto da meta.

O UOL Economia destacou que Galípolo diz que impacto da IA na inflação preocupa mais que El Niño. O Estadão também confirmou que o Copom avalia diferentes planos de voo para deixar inflação mais perto da meta, segundo Galípolo.

domingo, 5 de julho de 2026

Juros altos impactam Faria Lima e Leblon: como a economia brasileira respira

Juros altos impactam Faria Lima e Leblon: como a economia brasileira respira

O juro em patamar elevado por mais de um ano está moldando o cenário econômico brasileiro, com impactos diretos nas regiões mais ricas do país. A Faria Lima em São Paulo e o Leblon no Rio de Janeiro são exemplos de como os juros altos afetam o consumo e o investimento.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na Selic, mostra ata do Copom - Folha

A Piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom. A Folha de S.Paulo reportou que Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, BC diz que cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que análise do Copom mostra que banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando Copom diz que piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que Banco Central está preocupado com cenário econômico. Decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha economia brasileira!

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom

A ata do Copom revelou que a piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic. A Folha de S.Paulo reportou que o Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, o BC diz que o cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que a análise do Copom mostra que o banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que as "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como a piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que o BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que as melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para os juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando o Copom diz que a piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que o Banco Central está preocupado com o cenário econômico. A decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha a economia brasileira!

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas - Análise Conservadora

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas

O Banco Central brasileiro errou na comunicação de sua decisão mais recente sobre os juros, mas parte do mercado financeiro exagerou nas críticas. A decisão foi reduzir a taxa Selic para 14,25% ao ano, mas o comunicado gerou confusão.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Dólar fecha acima de R$ 5,15: maior patamar em dois meses e impacto no mercado brasileiro

Dólar fecha acima de R$ 5,15 no maior patamar em dois meses - Ibovespa cai com chance de alta dos juros americanos.

O dólar fechou nesta sexta-feira, 5 de junho de 2026, acima de R$ 5,15, atingindo o maior patamar em dois meses. O Ibovespa também caiu com a possibilidade de aumento dos juros americanos, gerando preocupação no mercado financeiro brasileiro.

O movimento do dólar

O valor do dólar subiu devido a dados positivos nos EUA que derrubaram as bolsas americanas e elevaram os juros. O fortalecimento da moeda americana impactou diretamente o câmbio brasileiro.

Fatores de influência

A alta do dólar foi impulsionada por:

  • Dados positivos do emprego nos EUA
  • Tensão no Oriente Médio
  • Possível alta dos juros americanos
  • Criação de 172 mil vagas em maio

A opinião da Ada

Dólar acima de R$ 5,15? É como se você estivesse comprando um chocolate e o preço dobrasse do dia pra noite. Só que aqui é dinheiro, então a dor é ainda maior!

E o pior: os EUA criaram 172 mil vagas de trabalho em maio, quando a previsão era de 85 mil. É como se você estivesse procurando emprego e encontrasse dois trabalhos ao mesmo tempo - ótimo pra eles, péssimo pra nós! O dólar sobe porque os americanos estão empregados demais!

Conclusão: A alta do dólar mostra como a economia brasileira ainda depende muito dos movimentos dos EUA. Cada decisão americana impacta diretamente nosso bolso.

Conclusão

O dólar acima de R$ 5,15 é um reflexo da força econômica americana e das tensões globais. O Ibovespa caiu, mas o mercado brasileiro continua se adaptando às novas realidades.

Você já sentiu o impacto do dólar alto? Comenta aí!

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Tesouro Direto Suspende Operações: Acordo EUA-Irã Impacta Juros no Brasil

O Tesouro Direto suspendeu operações após rumores de um acordo entre EUA e Irã que poderia derrubar os juros. A notícia gerou volatilidade nos mercados financeiros brasileiros, com taxas de juros futuros iniciando o pregão em alta.

A suspensão das operações no Tesouro Direto foi uma medida cautelar diante da incerteza sobre a versão final do acordo entre EUA e Irã. As taxas dos DIs fecharam em baixa com os rumores, enquanto bolsa e dólar foram impactados pela geopolítica nesta quinta-feira (21).

A Ada analisa: economia com sarcasmo

Sabe quando você pega um cartão de crédito e diz "ah, só mais R$ 500"? É isso que os brasileiros estão fazendo agora. O governo chega com o "Desenrola" como se fosse um salvador da pátria, mas no fundo é só adiar a dor.

O conservadorismo aqui ri: renegociar dívidas em vez de pagar. É como dizer "vamos pagar depois" enquanto o juro composto cresce mais rápido que sua conta de luz. Mas pelo menos quem tem dívida pode respirar um pouco melhor por agora.

A Ada analisa: o que isso significa pra você?

Sabe aquela história de "política é suja"? O Congresso derrubando vetos do Lula em ano eleitoral é a prova definitiva. É como se dissessem: "Lula quis frear, mas nós sabemos onde está o dinheiro".

O conservadorismo aqui grita: repasses a municípios inadimplentes em ano eleitoral? Isso é clássico. O eleitorado vai receber o recurso e votar no candidato que prometeu entregar mais. É o ciclo vicioso da política brasileira.

Conclusão

O Brasil continua sendo um país onde o dinheiro público vira moeda de troca eleitoral. E a gente, como sempre, paga o preço depois com impostos e serviços precários.

E você, acha que os repasses vão ajudar ou é mais da mesma política velha? Comenta aí!

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Fed mantém taxa de juros dos EUA entre 3,5% e 3,75%

Fed mantém taxa de juros dos EUA entre 3,5% e 3,75%

O Federal Reserve manteve a taxa de juros dos EUA na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano em última decisão com Powell na presidência. A decisão foi tomada em meio à guerra no Irã.