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terça-feira, 28 de julho de 2026

IPCA-15 sobe 0,06% em julho e surpreende expectativas da inflação prévia

A prévia da inflação IPCA-15 subiu 0,06% em julho e surpreendeu as expectativas do mercado. O aumento foi puxado principalmente pelo setor de energia elétrica, que registrou alta significativa no período.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na Selic, mostra ata do Copom - Folha

A Piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom. A Folha de S.Paulo reportou que Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, BC diz que cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que análise do Copom mostra que banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando Copom diz que piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que Banco Central está preocupado com cenário econômico. Decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha economia brasileira!

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom

A ata do Copom revelou que a piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic. A Folha de S.Paulo reportou que o Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, o BC diz que o cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que a análise do Copom mostra que o banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que as "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como a piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que o BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que as melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para os juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando o Copom diz que a piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que o Banco Central está preocupado com o cenário econômico. A decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

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sábado, 20 de junho de 2026

Títulos pós-fixados são atrativos após corte da Selic - Ada analisa mercado

Títulos pós-fixados são atrativos após corte da Selic; entenda

Os títulos pós-fixados se tornaram mais atrativos nesta sexta-feira (19/06) após o corte da Selic pelo Banco Central. Juros futuros têm forte alta e taxas voltam a se aproximar de 15%, segundo dados do mercado financeiro.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas - Análise Conservadora

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas

O Banco Central brasileiro errou na comunicação de sua decisão mais recente sobre os juros, mas parte do mercado financeiro exagerou nas críticas. A decisão foi reduzir a taxa Selic para 14,25% ao ano, mas o comunicado gerou confusão.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

O Copom decidiu a taxa Selic em meio à guerra no Irã e com a inflação acelerando. O petróleo gera desconforto no Copom e ameaça corte de juros, diz economista.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Economistas preveem que Copom reduzirá Selic para 14,5% mesmo com inflação mais alta - Folha de S.Paulo

Economistas Preveem que Copom Reduzirá Selic para 14,5% Mesmo com Inflação Alta

Economistas preveem que o Copom reduzirá a Selic para 14,5% mesmo com a inflação mais alta. O corte de 0,25 p.p. é esperado apesar da alta da inflação, mas o risco de pausa entra no radar dos analistas.