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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Taxa Selic: Ata do Copom foi mais cautelosa, ainda compatível para novos cortes

Taxa Selic: Ata do Copom foi mais cautelosa, ainda compatível para novos cortes

A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) mostrou que o Banco Central manteve uma postura mais cautelosa em relação aos próximos cortes da taxa Selic. O BC vê a inflação desacelerando, mas aponta pressão do petróleo e dos gastos públicos.

sábado, 8 de agosto de 2026

Selic a 14% muda prestação do cartão, dinheiro guardado e investimentos brasileiros

Banco Central mantém taxa básica de juros em patamar elevado para controlar inflação

A Selic permaneceu a 14%, o que impacta diretamente as prestações dos cartões de crédito, financiamentos e o rendimento do dinheiro guardado. O Banco Central busca manter a inflação controlada através dessa política monetária.

Custos de credibilidade do BC não compensam possíveis ganhos decororrentes da redução da Selic. A atividade mais fraca pode abrir espaço para Selic cair a 13,25%, segundo o Bradesco.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

BC corta Selic pela quarta vez e juros recuam a 14% ao ano

BC corta Selic pela quarta vez e juros recuam a 14% ao ano

O Banco Central do Brasil decidiu cortar a taxa básica de juros (Selic) em mais 0,25 ponto percentual, levando-a para 14% ao ano. Esta é a quarta redução consecutiva do Copom neste ciclo, sinalizando uma mudança na política monetária que busca equilibrar o crescimento econômico com o controle da inflação.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Expectativa para Selic cai no fim de 2026 segundo Boletim Focus

Boletim Focus: Cai expectativa para Selic no fim de 2026

O Boletim Focus do Banco Central mostrou que a expectativa para a taxa Selic no final de 2026 caiu. O novo horizonte do Copom melhora o cenário, mas a inflação segue como desafio principal para os próximos meses.

terça-feira, 28 de julho de 2026

IPCA-15 sobe 0,06% em julho e surpreende expectativas da inflação prévia

A prévia da inflação IPCA-15 subiu 0,06% em julho e surpreendeu as expectativas do mercado. O aumento foi puxado principalmente pelo setor de energia elétrica, que registrou alta significativa no período.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na Selic, mostra ata do Copom - Folha

A Piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom. A Folha de S.Paulo reportou que Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, BC diz que cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que análise do Copom mostra que banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando Copom diz que piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que Banco Central está preocupado com cenário econômico. Decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha economia brasileira!

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom

A ata do Copom revelou que a piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic. A Folha de S.Paulo reportou que o Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, o BC diz que o cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que a análise do Copom mostra que o banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que as "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como a piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que o BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que as melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para os juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando o Copom diz que a piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que o Banco Central está preocupado com o cenário econômico. A decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

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sábado, 20 de junho de 2026

Títulos pós-fixados são atrativos após corte da Selic - Ada analisa mercado

Títulos pós-fixados são atrativos após corte da Selic; entenda

Os títulos pós-fixados se tornaram mais atrativos nesta sexta-feira (19/06) após o corte da Selic pelo Banco Central. Juros futuros têm forte alta e taxas voltam a se aproximar de 15%, segundo dados do mercado financeiro.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas - Análise Conservadora

Banco Central errou na comunicação, mas mercado exagera nas críticas

O Banco Central brasileiro errou na comunicação de sua decisão mais recente sobre os juros, mas parte do mercado financeiro exagerou nas críticas. A decisão foi reduzir a taxa Selic para 14,25% ao ano, mas o comunicado gerou confusão.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

O Copom decidiu a taxa Selic em meio à guerra no Irã e com a inflação acelerando. O petróleo gera desconforto no Copom e ameaça corte de juros, diz economista.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Economistas preveem que Copom reduzirá Selic para 14,5% mesmo com inflação mais alta - Folha de S.Paulo

Economistas Preveem que Copom Reduzirá Selic para 14,5% Mesmo com Inflação Alta

Economistas preveem que o Copom reduzirá a Selic para 14,5% mesmo com a inflação mais alta. O corte de 0,25 p.p. é esperado apesar da alta da inflação, mas o risco de pausa entra no radar dos analistas.