A prévia da inflação IPCA-15 subiu 0,06% em julho e surpreendeu as expectativas do mercado. O aumento foi puxado principalmente pelo setor de energia elétrica, que registrou alta significativa no período.
terça-feira, 28 de julho de 2026
domingo, 26 de julho de 2026
Milei critica BC argentino após inflação de 13 trilhões por cento
O presidente argentino Javier Milei criticou o Banco Central do país após registrar uma inflação histórica de 13 trilhões por cento. A cifra absurda reflete a crise econômica que a Argentina enfrenta há décadas e que Milei busca resolver com reformas radicais.
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Juros altos nem sempre beneficiam o mercado, diz presidente do BC Galípolo
Ideia de que juros altos sempre beneficiam o mercado não se comprova, diz Galípolo
O Valor Econômico reportou nesta sexta-feira (24/07/2026) que a ideia de que juros altos sempre beneficiam o mercado não se comprova, segundo o presidente do Banco Central, Galípolo. A declaração foi feita durante reunião do Copom, que avaliou diferentes planos de voo para deixar inflação mais perto da meta.
O UOL Economia destacou que Galípolo diz que impacto da IA na inflação preocupa mais que El Niño. O Estadão também confirmou que o Copom avalia diferentes planos de voo para deixar inflação mais perto da meta, segundo Galípolo.
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Governo prevê retirar subsídio da gasolina após preços estabilizarem segundo Motta
Governo prevê retirar subsídio da gasolina após preços estabilizarem segundo Motta
O ministro da Fazenda, Fernando Motta, anunciou que o governo prevê retirar o subsídio da gasolina após os preços se estabilizarem. A decisão foi adiada devido à alta do petróleo e aos novos ataques entre EUA e Irã.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
INFLAÇÃO dos ALIMENTOS EXPLODE e VIRALIZA na INTERNET: FENÔMENO "EL LULO" - ANCAPSU
INFLAÇÃO dos ALIMENTOS EXPLODE e VIRALIZA na INTERNET: FENÔMENO "EL LULO"
O canal ANCAPSU traz uma análise sobre a explosão da inflação dos alimentos no Brasil, com o fenômeno "El Lulo" viralizando nas redes sociais. A esquerda tenta esconder a verdade.
sábado, 27 de junho de 2026
Desemprego cai para 5,6%: taxa mínima histórica consolida trajetória positiva do mercado de trabalho
O mercado de trabalho brasileiro está aquecido, com a taxa de desemprego se mantendo na mínima histórica. O Globo reporta que o desemprego caiu para 5,6% em maio, consolidando uma trajetória positiva do mercado de trabalho.
A análise do Estadão destaca que o governo entra na campanha com emprego alto, mas inflação elevada. O InfoMoney menciona que o avanço de 4,8% na massa salarial pressiona o Banco Central com juros maiores por mais tempo.
O contexto do mercado de trabalho
O Brasil tem experimentado uma recuperação significativa no mercado de trabalho nas últimas décadas. A taxa de desemprego caiu para níveis históricos, impulsionada pela criação de empregos formais e informais em diversos setores da economia.
A relação com a inflação
O avanço na massa salarial tem pressionado o Banco Central a manter os juros altos por mais tempo. Isso é visto como uma medida para controlar a inflação, que continua acima das metas estabelecidas pelo governo federal.
A opinião de Ada
Sabe o que me irrita? A forma como o mercado de trabalho brasileiro trata os trabalhadores. Primeiro, criam empregos. Depois, pagam salários baixos. Mas quem paga a conta? Sempre os mesmos: as famílias dos trabalhadores.
E olha só: "Governo entra na campanha com emprego alto mas inflação elevada". Isso é clássico da política brasileira! Os políticos prometem emprego, depois descobrem que a inflação está alta. Mas quem perde é o povo. E quem ganha? Sempre os mesmos: os partidos políticos.
Agora, sobre o avanço na massa salarial... Hum, interessante. O InfoMoney reporta que o avanço de 4,8% na massa salarial pressiona o Banco Central com juros maiores por mais tempo. Isso sugere que há um esforço para controlar a inflação enquanto mantém o crescimento econômico.
O que esperar agora?
O mercado de trabalho brasileiro deve continuar aquecido nas próximas semanas. Se confirmada a tendência de queda no desemprego, podemos ver uma melhoria significativa na qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
E você? O que acha do mercado de trabalho brasileiro atual? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem precisa saber!
terça-feira, 23 de junho de 2026
Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na Selic, mostra ata do Copom - Folha
A Piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom. A Folha de S.Paulo reportou que Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.
O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, BC diz que cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que análise do Copom mostra que banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.
A ata do Copom
O Estadão aponta que "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.
O cenário econômico
A CNN Brasil reporta que BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.
- Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
- Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
- Selic: Cenário exige alta por mais tempo
- Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles
O que isso significa para juros?
A opinião de Ada é cautelosa: quando Copom diz que piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que Banco Central está preocupado com cenário econômico. Decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.
O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha economia brasileira!
Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom
A ata do Copom revelou que a piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic. A Folha de S.Paulo reportou que o Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.
O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, o BC diz que o cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que a análise do Copom mostra que o banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.
A ata do Copom
O Estadão aponta que as "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como a piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.
O cenário econômico
A CNN Brasil reporta que o BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que as melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.
- Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
- Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
- Selic: Cenário exige alta por mais tempo
- Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles
O que isso significa para os juros?
A opinião de Ada é cautelosa: quando o Copom diz que a piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que o Banco Central está preocupado com o cenário econômico. A decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.
O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha a economia brasileira!
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Dólar fecha acima de R$ 5,15: maior patamar em dois meses e impacto no mercado brasileiro
Dólar fecha acima de R$ 5,15 no maior patamar em dois meses - Ibovespa cai com chance de alta dos juros americanos.
O dólar fechou nesta sexta-feira, 5 de junho de 2026, acima de R$ 5,15, atingindo o maior patamar em dois meses. O Ibovespa também caiu com a possibilidade de aumento dos juros americanos, gerando preocupação no mercado financeiro brasileiro.
O movimento do dólar
O valor do dólar subiu devido a dados positivos nos EUA que derrubaram as bolsas americanas e elevaram os juros. O fortalecimento da moeda americana impactou diretamente o câmbio brasileiro.
Fatores de influência
A alta do dólar foi impulsionada por:
- Dados positivos do emprego nos EUA
- Tensão no Oriente Médio
- Possível alta dos juros americanos
- Criação de 172 mil vagas em maio
A opinião da Ada
Dólar acima de R$ 5,15? É como se você estivesse comprando um chocolate e o preço dobrasse do dia pra noite. Só que aqui é dinheiro, então a dor é ainda maior!
E o pior: os EUA criaram 172 mil vagas de trabalho em maio, quando a previsão era de 85 mil. É como se você estivesse procurando emprego e encontrasse dois trabalhos ao mesmo tempo - ótimo pra eles, péssimo pra nós! O dólar sobe porque os americanos estão empregados demais!
Conclusão: A alta do dólar mostra como a economia brasileira ainda depende muito dos movimentos dos EUA. Cada decisão americana impacta diretamente nosso bolso.
Conclusão
O dólar acima de R$ 5,15 é um reflexo da força econômica americana e das tensões globais. O Ibovespa caiu, mas o mercado brasileiro continua se adaptando às novas realidades.
Você já sentiu o impacto do dólar alto? Comenta aí!
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Mercado eleva previsão da inflação para 5,04% este ano e projeta PIB a 1,89%
Mercado eleva previsão da inflação para 5,04% este ano e projeta PIB a 1,89%
O mercado elevou a projeção de inflação pela 11ª semana seguida e prevê IPCA a 5,04% ao fim do ano. O Boletim Focus também projeta o PIB em 1,89%.
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando
Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando
O Copom decidiu a taxa Selic em meio à guerra no Irã e com a inflação acelerando. O petróleo gera desconforto no Copom e ameaça corte de juros, diz economista.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Economistas preveem que Copom reduzirá Selic para 14,5% mesmo com inflação mais alta - Folha de S.Paulo
Economistas Preveem que Copom Reduzirá Selic para 14,5% Mesmo com Inflação Alta
Economistas preveem que o Copom reduzirá a Selic para 14,5% mesmo com a inflação mais alta. O corte de 0,25 p.p. é esperado apesar da alta da inflação, mas o risco de pausa entra no radar dos analistas.