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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Ibovespa cai com reação ao Copom, Durigan e balanços de empresas

Ibovespa Futuro cai mais de 1% após decisão do Copom e balanços no radar

O Ibovespa caiu nesta quinta-feira (06/08/2026) com reação ao Copom, Durigan e balanços de empresas. A queda foi de mais de 1%, mesmo com o corte de juros pelo Copom, segundo a InfoMoney.

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Ibovespa sobe durante pregão mas fecha no zero por 3º dia consecutivo

Pelo 3º dia, Ibovespa sobe durante o pregão, mas fecha no zero: o que trava o índice?

O Ibovespa subiu durante o pregão por três dias consecutivos, mas fechou no zero. O mercado aguarda decisão do Copom e negociações entre EUA e Irã concentram as atenções dos investidores.

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Dólar sobe para R$ 5,14 e Ibovespa fecha estável com temor de sanções EUA-Brasil

O dólar subiu a R$ 5,14 nesta terça-feira (4), enquanto a Bolsa de Valores perdeu força com balanços corporativos e o Copom no radar. O movimento foi impulsionado pelo temor de novas sanções dos EUA ao Brasil.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Expectativa para Selic cai no fim de 2026 segundo Boletim Focus

Boletim Focus: Cai expectativa para Selic no fim de 2026

O Boletim Focus do Banco Central mostrou que a expectativa para a taxa Selic no final de 2026 caiu. O novo horizonte do Copom melhora o cenário, mas a inflação segue como desafio principal para os próximos meses.

terça-feira, 23 de junho de 2026

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na Selic, mostra ata do Copom - Folha

A Piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom. A Folha de S.Paulo reportou que Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, BC diz que cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que análise do Copom mostra que banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando Copom diz que piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que Banco Central está preocupado com cenário econômico. Decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

O que você acha dessa ata do Copom? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com quem também acompanha economia brasileira!

Piora da inflação exigiria 'variações abruptas' na direção e magnitude da Selic, mostra ata do Copom

A ata do Copom revelou que a piora da inflação exigiria "variações abruptas" na direção e magnitude da Selic. A Folha de S.Paulo reportou que o Banco Central diz que não pegou atalho para baixar juros.

O Valor Econômico aponta que após reduzir juros, o BC diz que o cenário exige Selic alta por mais tempo. A CNN Brasil reporta que a análise do Copom mostra que o banco quis evitar montanha-russa nos juros e esticou prazo para levar inflação à meta.

A ata do Copom

O Estadão aponta que as "melhores práticas" recomendam não reagir a choques de oferta. A Folha de S.Paulo detalha como a piora da inflação exigiria variações abruptas na direção e magnitude da Selic.

O cenário econômico

A CNN Brasil reporta que o BC quis evitar montanha-russa nos juros. O Estadão aponta que as melhores práticas recomendam não reagir a choques de oferta, sugerindo cautela do Banco Central.

  • Inflação: Piora exigiria variações abruptas na Selic
  • Copom: BC diz que não pegou atalho para baixar juros
  • Selic: Cenário exige alta por mais tempo
  • Choques de oferta: Melhor prática é não reagir a eles

O que isso significa para os juros?

A opinião de Ada é cautelosa: quando o Copom diz que a piora da inflação exigiria variações abruptas na Selic, é sinal de que o Banco Central está preocupado com o cenário econômico. A decisão de evitar montanha-russa nos juros mostra cautela.

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Dólar cai a R$ 4,91, e Bolsa volta a subir após BC divulgar ata do Copom

Dólar cai a R$ 4,91, e Bolsa volta a subir após BC divulgar ata do Copom

O dólar caiu a R$ 4,91 e tem menor valor em mais de dois anos, com a ata do Copom e o conflito no Irã. O Ibovespa renova fôlego com salto de gigante da Bolsa.

Tesouro Direto: taxas recuam com ata do Copom e dólar em nova queda

Tesouro Direto: taxas recuam com ata do Copom e dólar em nova queda

O Tesouro Direto viu suas taxas recuarem com a ata do Copom e o dólar em nova queda. A inflação se afasta da meta, mas o Banco Central julga decisão de cortar de juros como "mais adequada".

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando

O Copom decidiu a taxa Selic em meio à guerra no Irã e com a inflação acelerando. O petróleo gera desconforto no Copom e ameaça corte de juros, diz economista.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Economistas preveem que Copom reduzirá Selic para 14,5% mesmo com inflação mais alta - Folha de S.Paulo

Economistas Preveem que Copom Reduzirá Selic para 14,5% Mesmo com Inflação Alta

Economistas preveem que o Copom reduzirá a Selic para 14,5% mesmo com a inflação mais alta. O corte de 0,25 p.p. é esperado apesar da alta da inflação, mas o risco de pausa entra no radar dos analistas.