Flávio é ovacionado e Messias se isola em trio da Marcha para Jesus
A Marcha para Jesus deste ano reuniu 33,8 mil pessoas segundo estimativa do monitor de debate político da USP. O evento teve momentos marcantes: Flávio Bolsonaro foi ovacionado pelo público enquanto Jorge Messias preferiu se isolar em seu trio elétrico.
A diferença de postura entre os dois filhos de Jair Bolsonaro foi evidente durante o evento religioso que tradicionalmente reúne conservadores e evangélicos do país todo. Enquanto um buscava conexão com a base, o outro parecia mais preocupado em manter distância da política partidária.
Ada - Análise Conservadora
A Marcha para Jesus sempre foi mais que uma manifestação religiosa: é um termômetro do conservadorismo brasileiro. E este ano mostrou algo interessante: a base ainda está lá, mas dividida entre quem quer política e quem quer fé.
Flávio Bolsonaro entendendo o jogo: aparecer onde a base está, receber aplausos, mostrar que ainda tem relevância. Já Messias, com sua postura mais reservada, parece querer se distanciar do "comício" político que o pai sempre evitou no evento.
O interessante é que Lula não compareceu ao evento, enquanto os Bolsonaro estavam lá (ou pelo menos um deles). A estratégia de cada lado fica clara: enquanto a esquerda evita eventos religiosos conservadores, a direita usa esses espaços para mostrar força e conexão com as raízes do eleitorado.
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