quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Por que o Estado mata o pobre no SUS?

O problema do sistema de saúde no Brasil

O sistema de saúde público no Brasil, conhecido como SUS (Sistema Único de Saúde), tem sido alvo de críticas por sua falta de qualidade e atendimento precário. No entanto, o que poucos sabem é que o estado tem um papel ativo na morte dos pobres que dependem do SUS.

A estatística alarmante

De acordo com cálculos realizados, a cada pobre que morre no SUS, o estado recebe cerca de R$200.000. Isso mesmo, cada vida perdida representa uma quantia significativa de dinheiro nas mãos do estado.

Interesses financeiros em jogo

É importante refletir sobre os motivos pelos quais o estado pode preferir que essas pessoas morram. Se um indivíduo pobre morre antes de se aposentar, o estado não precisa pagar a aposentadoria a que ele teria direito. Essa quantia pode, então, ser direcionada para outros fins, como o pagamento de funcionários públicos de alto escalão.

A carga tributária

Uma pessoa que recebe um salário mínimo hoje tem que destinar cerca de 88% do valor para o INSS. Essa quantia, quando investida em juros compostos ao longo de 35 anos, resulta em uma quantia significativa. No entanto, se essa pessoa morre antes de se aposentar, todo o dinheiro fica nas mãos do estado.

O sistema de saúde privado

Ao analisar o alto custo dos planos de saúde no Brasil, é necessário entender que esse valor elevado se deve à necessidade de maximizar a morte de pessoas improdutivas, como os idosos. A visão do estado é de que matar um idoso pobre no SUS é um investimento, pois não é necessário pagar aposentadoria e outros benefícios.

Uma proposta alternativa

Diante dessa realidade, surge a proposta de não permitir que o estado roube 88% do salário mínimo das pessoas e não obrigue as empresas a pagar contribuições previdenciárias. Em vez disso, esse dinheiro poderia ser investido em opções como LCI, CDI ou qualquer outra aplicação financeira. Assim, ao se aposentar, a pessoa teria uma quantia considerável guardada, que poderia ser repassada para seus familiares em caso de falecimento.

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